Tecnologia e comportamento do brasileiro são o futuro do turismo nacional

No EXAME Fórum Turismo, Marcos Swarowsky, do Expedia Group, e Rogério Siqueira, do Beto Carrero World, falam sobre a importância de olhar para o viajante

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20 nov 2018, 13h43 – Publicado em 20 nov 2018, 12h23

Florianópolis — Aliar o comportamento dos turistas com o desenvolvimento tecnológico é uma das principais tendências que as empresas de turismo estão aproveitando no Brasil.

Essa foi a conclusão do debate “Como as empresas estão se preparando para as novas tendências do turismo global”, durante o EXAME Fórum Turismo, realizado em Florianópolis, nesta terça-feira (20).

Marcos Swarowsky, Diretor de Gerenciamento de Mercado do Expedia Group para América, e Rogério Siqueira, presidente do Beto Carrero World, mostraram que os negócios turísticos estão se dedicando em dar a melhor experiência ao viajante de forma simples, com pouca burocracia.

“Nunca investimos tanto em marketing, programas de fidelidade e pesquisa de desenvolvimento na Expedia. Nós buscamos analisar o comportamento do comprador, para criar um produto mais próximo do brasileiro e com o objetivo de que isso seja cada vez mais fácil”, explica Swarowsky.

Segundo Siqueira, atualmente, há brasileiros que ainda não usam cartão de crédito e a acessibilidade para viajar de avião ainda é pequena. Por isso, existe uma necessidade de ampliar as rotas rodoviárias para viabilizar o turismo na América Latina.

“As agências de turismo estão se reinventando no sentindo de promover viagens coletivas, que tenham mais participação dos clientes”, diz o presidente do Beto Carrero.

No Brasil, a participação tecnológica é bastante avançada, onde a maior parte das viagens são compradas pela internet, principalmente no meio dos jovens. “As pessoas estão viajando cada vez mais, os jovens querem conhecer o mundo, nem que seja por um fim de semana”, afirma Swarowsky.

Futuro

Para os líderes empresariais, usar a tecnologia no turismo ainda está só no começo. Um dos problemas ainda é que ela ajuda no pré viagem, mas não no durante.

“Se existem problemas durante a viagem, nós ainda não temos como ajudar. Mas para isso é preciso que o desenvolvimento tecnológico não pare de ser pesquisado”, diz Swarowsky.

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