Produção de itens de alta tecnologia no Brasil surpreende e cresce 13% no primeiro tri

Indústria 4.0 ; revolução digital ; tecnologia ; inovação ;  (Foto: Thinkstock)

O crescimento da economia em 2018 não deve ser dos mais animadores – o PIB poderá avançar 1,9%, na média das expectativas do mercado financeiro, calculada pelo Banco Central. Uma expansão dessa ordem não basta para reduzir o desemprego, e mesmo essa expectativa vem diminuindo, após ter chegado a 2,9% em março. Apesar do cenário ruim, um ramo da indústria surpreendeu bem no primeiro trimestre: o de alta tecnologia. Foi o grupo que mais cresceu, segundo o Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

A pesquisa divide a indústria de transformação em quatro ramos, de acordo com a intensidade tecnológica: alta, média-alta, média-baixa e baixa. O grupo de alta intensidade tecnológica inclui os setores aeronáutico/aeroespacial, farmacêutico, de instrumentos ópticos e de alta precisão, de hardware e de equipamentos de áudio, vídeo e comunicação (os dois últimos se destacaram no período de janeiro a março).

De acordo com a pesquisa do Iedi, o ramo de alta tecnologia cresceu 13% no primeiro trimestre em comparação com mesmo período no ano anterior. A recuperação se dá em cima de um quadro muito negativo, pois esse grupo foi o que mais sofreu durante a recessão encerrada em 2016 e chegou a encolher 20,8% em seu pior momento, no primeiro trimestre de 2015.

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A indústria de transformação como um todo – que inclui setores como celulose, plásticos, alimentos e bebidas, têxteis e calçados – cresceu 3,8% no primeiro trimestre de 2018. O grupo chegou a encolher 12,3% durante a recessão, no quatro trimestre de 2015.

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