Brasileiros recebem Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia por seus projetos

Aconteceu na última terça-feira (20) a cerimônia de entrega do Prêmio Mercosul da Ciência e Tecnologia de 2017, organizado plo MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), que premiou cinco brasileiros.

Foram apresentados projetos de representantes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, com o tema “Tecnologias para a Economia do Conhecimento” em quatro categorias.

A grande vencedora da modalidade Iniciação Científica foi Ariane Pereira Denis, do Paraguai, aluna do Colegio Privado CampoVerde, com o seu projeto Robox (Robótica ao Alcance de Todos). Já o brasileiro Emerson Costa da Silva, da Fundação Escola Técnica Salzano Vieira da Cunha, recebeu uma menção honrosa pela apresentação do projeto Sit to Play, um dispositivo móvel de adaptação ao solo para crianças cadeirantes.

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Entre os estudantes universitários, o brasileiro José Ribamar de Castro Júnior, da Universidade Federal do Maranhão, recebeu o prêmio de melhor projeto de produção de filmes biodegradáveis para uso em feridas. A menção honrosa ficou para Carlos Alberto Ramos Torres, aluno da Universidade Federal de Integração Latino-Americana (Unila), condutor de um estudo sobre o nível de maturidade do governo eletrônico nos países do Mercosul.

O vencedor entre os jovens pesquisadores foi Ezequiel Alejandro Ortega, da Argentina, do Instituto Presbítero Dr. Antonio María Sáenz, pelo estudo “Vejo, Compreendo e Aplico”, que estimula o aprendizado com recursos em 3D.

Duas menções honrosas foram concedidas para esta categoria, sendo a primeira para o brasileiro Bruno Campos Janegitz, da Universidade Federal de São Carlos, pelo desenvolvimento de um sensor eletroquímico de DNA que faz a detecção de predisposição ao câncer de mama. A segunda menção foi para o paraguaio Federico Gaona Verón, da Universidade Nacional de Assunção, por um sistema de monitoramento remoto em tempo real do mosquito transmissor da doença de chagas, o Trypanosoma cruzi.

Na categoria de pesquisador sênior, a vencedora foi Amedea Barrozzi Seabra, brasileira, da Universidade Federal do ABC (UFABC) pelo seu estudo de preparação, caracterização e aplicação de nanopartículas doadoras de óxido nítrico. Ariane Machado Lima, outra brasileira, desta vez da Universidade de São Paulo (USP), recebeu menção honrosa por comandar investigação da classificação multiclasse de transtornos psiquiátricos baseada em medidas antropométricas faciais.

O prêmio incentiva pesquisadores no desenvolvimento científico e na integração dos países do Mercosul nas áreas de tecnologia, inovação e ciência.

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